Foi apresentado na última quinta-feira (05), no Seminário de Indicação Geográfica (IG) do produto a identidade visual, criada pelo Sebrae, que representará a carne de sol do Vale do Itaúnas, que é formado pelas cidades de Montanha, Pinheiros, Mucurici, Ponto Belo, Pedro Canário, Boa Esperança e Conceição da Barra.
 
A IG está em andamento no INPI e vai fazer da carne de sol a marca da região. Foi uma tarde de muita emoção e aprendizado no IFES de Montanha. Parceria intensa com os nossos prefeitos do Vale do Itaúnas (dos municípios citados acima), do IFES Montanha e do fundamental SEBRAE.
 
O Secretário Estadual de Agricultura, Octaciano Neto, reforçou: “Além disso, estou me empenhando pessoalmente numa proposta de transformação da nossa legislação sanitária, que não permite, por exemplo, que uma carne de sol produzida há 50 anos num açougue de Mucurici ou Boa Esperança possa ser vendido em Vitória, assim como o nosso Socol, queijos, etc. Até o final de novembro iremos apresentar uma proposta aos capixabas de ruptura com a vergonhosa legislação da agroindústria familiar.”

Montanha de sabor

Na região mais ao norte do Espírito Santo, onde Minas Gerais encontra o Estado e por um fio não oficializa a divisa com a Bahia, uma carne bovina de preparo simples é um ícone gastronômico encontrado na feira semanal da cidade e também nos restaurantes. Em Montanha, a carne de sol é patrimônio cultural.

A tradição chegou com os primeiros habitantes baianos e consiste no retalho de carnes como alcatra, chã de dentro e de fora, maçã de peito,  picanha -geralmente partes do gado com gordura- passadas em um sal grosso menos empedrado que o usado em churrasco. Depois de 3 horas no sal, lava-se e pendura-se a carne, que pode ser consumida em diferentes receitas.

 
Fonte: SEAG
Fotos: Assessoria de Comunicação/PMM

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